E pronto. Cá cheguei às prais de Jumeirah e ao calor do deserto. O avião atrasou mais de uma hora, o taxista não conhecia o hotel - Grandeur de seu pomposo nome, e percorrer a cidade à meia-noite é uma boa experiência - não se vê absolutamente ninguém, mas os carros circulam como se estivessem numa auto-estrada. De facto, não vi passeios e tudo parece estar destinado a ser percorrido de carro. Os peões não devem ter aqui lugar. Os McDonalds estão por todo o lado, mas também deu para ver essa cadeia que desperta o orgulho nacional, da Austrália à Alemanha - Nando's restaurants. O galo de Barcelos, figurado e real tem aqui o seu pequeno espaço. Os cidadãos dos Emiratos Árabes são por aqui mais raros que os linces da Malcata, na própria. Vêem-se Filipinos, Russos, Indianos, Paquistaneses, e até Nepaleses mas, tirando o controlo de passaportes quase não dá para ver Dubaianos de gema. Como, por aqui, tudo é pago em extras (até para abrir o minibar) e o meu acesso à Internet está a dar as últimas, guardo o resto dos meus comentários de início de viagem para amanhã.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
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